23 setembro 2005
21 setembro 2005
20 setembro 2005
18 setembro 2005

Na carrinha com tio Xande, passeando pelas ruas da cidade. Vovó, não se preocupe, que painho tava dirigindo bem devagarinho e tio Xande tava me segurando bem direitinho. Aqui a gente não leva multa se andar na carroceria de carro, e fizeram isso só pra ver o que eu achava. Pela cara séria, dá pra ver que fiquei com um pouquinho de medo...
Roedor de osso

Roendo ossinho, que eu adoro! Ah, outro detalhe importante: já sei beber água no copinho, mainha e painho aposentaram de vez a mamadeira de água já que agora fiquei craque. Tou virando hominho. Mainha acha que daqui a uns 15 dias deve conseguir tirar totalmente minha mamadeira e vou virar hominho de vez, porque esse negócio de mamadeira é coisa de bebê. Hehehehe...
07 setembro 2005
Chupeta??? O que é isso mesmo?...
Oi, galera. Ainda estou sem ter como colocar novas fotos. Então, resolvi postar só para contar uma novidade que já está velha... É que já faz 1 mês e meio que eu não sei mais o que é chupeta. Essa minha mãe é terrível, ela promete e cumpre... Dizia que antes de 1 ano tirava esse vício terrível que eu tinha (e que ela mesma assume que foi ela quem colocou), e cumpriu a promessa antes da meta que ela estabeleceu...
É que lá no Huambo, quando eu tava gripado, acordava milhões de vezes durante a noite, porque a chupeta caía, e quando mainha recolocava a bicha, eu ficava sem respirar direito por causa do nariz entupido... Não dá pra respirar pela boca com uma chupeta tapando tudo, né?
Aí ela viu que realmente a minha pepeta tava só atrapalhando minha dormida, e durante o dia não servia pra me acalentar direito, porque quando eu resolvia chorar de verdade, não tinha chupeta que desse jeito, pense!
Então, pra não enlouquecer, ela de um dia pro outro não me deu mais a minha querida pepeta. Achei um pouco estranho, mas só reclamei mesmo no primeiro dia. No outro, já nem lembrava que ela um dia existiu na minha vida. E hoje sou um hominho, que nem lembra mais daquele objeto que eu gostei tanto um dia...
É que lá no Huambo, quando eu tava gripado, acordava milhões de vezes durante a noite, porque a chupeta caía, e quando mainha recolocava a bicha, eu ficava sem respirar direito por causa do nariz entupido... Não dá pra respirar pela boca com uma chupeta tapando tudo, né?
Aí ela viu que realmente a minha pepeta tava só atrapalhando minha dormida, e durante o dia não servia pra me acalentar direito, porque quando eu resolvia chorar de verdade, não tinha chupeta que desse jeito, pense!
Então, pra não enlouquecer, ela de um dia pro outro não me deu mais a minha querida pepeta. Achei um pouco estranho, mas só reclamei mesmo no primeiro dia. No outro, já nem lembrava que ela um dia existiu na minha vida. E hoje sou um hominho, que nem lembra mais daquele objeto que eu gostei tanto um dia...


















